Fragrâncias que acalmam
Massagens e banhos com substâncias concentradas de plantas aromáticas – os chamados óleos essenciais –, extraídos de flores, folhas, caules ou raízes, posteriormente diluídos em outro óleo ou em álcool.
Além da via tópica, pode se dar igualmente por inalação, feita diretamente do frasco, ou por difusores. Através desses dois caminhos, as fragrâncias interagem com o sistema límbico, responsável pelas emoções e memórias, desatando respostas fisiológicas e psicológicas favoráveis.
Estrela dos serviços oferecidos pela Bellarome Aromaterapia – que realiza atendimento social, comercializa produtos e organiza cursos, workshops e palestras no Centro da cidade –, a atividade, ao estimular a parte do cérebro correspondente às sensações, alivia sintomas de ansiedade, depressão, insônia, dores musculares e problemas respiratórios e melhora a concentração, a função cognitiva e a autoestima.
O conceito contemporâneo de aromaterapia foi sistematizado na Europa no início do século 20 – até então uma prática milenar de diferentes culturas –, por meio de uma obra publicada pelo químico francês René-Maurice Gattefossé em 1937. Ele então descrevia o uso de óleos essenciais para finalidades terapêuticas, depois de seu experimento com o óleo de lavanda na cicatrização de uma queimadura na mão.
No Brasil, o Ministério da Saúde incluiu, em 2018, a sua prática no Sistema Único de Saúde (SUS), como parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC).
Bellarome Aromaterapia
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